segunda-feira, 20 de maio de 2013


PROMETHEUS E OS ASTRONAUTAS DO PASSADO DE DÄNNIKEN



         Sempre fui muito fã da literatura de Eric Von Däniken, em especial de “Eram os Deuses Astronautas”. O filme Prometheus materializou tudo isso, e para mim pareceu uma continuação das séries de filmes Alien e Predador, que tanto admiro pela qualidade sonora. O nome faz referência ao titã ou gigante Prometeu, que teria roubado o fogo do céu e entregado aos homens, sendo por isso expulso de Olimpo e condenado a ficar acorrentado em rochas e tendo fígado bicado por um abutre. De certo modo o filme começa muito misterioso, já ao mostrar um desses gigantes e um disco voador, prendendo a atenção do cinéfilo.
         Prometheos é um filme que em grande parte se passa dentro de uma nave. Lembra em muito Pandorum nesse aspecto, e mesmo os filmes Alien, onde há sempre um robô atrapalhando as finalidades humanas. Aqui também o “siborgue” fica fascinado com um vírus alienígena, e mesmo com os “engenheiros”, gigantes que teriam o mesmo DNA nosso e que teriam nos criado.  O filme faz a referência arqueológica e coisas que já vêm provadas pelos teóricos dos astronautas do passado, o que parece ter começado com Däniken e se difundido. A arca de Noé, a estrela que guiou os três reis magos, colunas de fogo, fumaça, rodas de Ezequiel, e muitas passagens da Bíblia e de outros livros sagrados forma assim segundo esses teóricos, meros contatos com extraterrestres, que vêm mantendo contato e nos adestrando há algum tempo, sem ter contato porém constante.
         O filme se passa em torno 2090, e assim uma nave vai até uma lua que é tida por favorável a vida. Cientistas vão para lá e após acordar do sono congelado, e assim exploram uma caverna (que na verdade é uma nave alienígena), e assim enfrentam uma ventania de 200 km/h, tendo de retornar a nave. Porém um deles já contrai o vírus e assim acabam os momentos românticos do filme, que acalmavam o enredo. Mas há novamente aquele canhão dos filmes Alien e Predador, que forma baseados em descobertas arqueológicas, que representavam naves e astronautas. Talvez uma outra resposta para esses astronautas entre os homens primitivos tenha sido uma viagem no tempo, ou mesmo seres de dentro de nosso planeta, e não de outros planetas. 
         Por fim um ser alienígena é encontrado e nada amistoso, a esperança acaba e a luta entre seres continua, entre o gigante e os filhos dos deuses, os humanos. Uma nave tem de se chocar contra a outra e isso porque a Terra estava para ser destruída. Tudo acaba dando certo, apesar de aparecerem outros monstros daquela lua e assim as bestas se devoraram. Restou que a cientista procurou o planeta de origem desses “engenheiros” criadores da humanidade, e assim o filme acaba no mistério. Parece que essa é a metanarrativa de nosso tempo, e o raelismo já teria tomado a vanguarda em tal espiritualidade. E as revelações são muito convincentes, uma vez que de acordo com nossa mentalidade tecnológica, distante da visão medieval milagreira que ainda temos nas religiões tradicionais. Fato é que o filme é um dos melhores do estilo, senão o melhor, uma vez que somou tudo da mitologia Alien e Predador, e faz refletir muito nas crenças humanas, em suas angústias e esperança. Vai muito além da ficção científica com naves. Bom conferir. 

3 comentários:

  1. Mariano Soltys: quem sabe os anjos não seja estes alienígenas que não gostam de nós, humanos, justamente porque apesar de lhe sermos inferiores, somos semelhantes ao mais excelente de todos os seres, Deus. O que nos faz ser odiados por estes anjos alienígenas duas vezes, uma enquanto inferior e outra como superior. CLÉVERSON ISRAEL MINIKOVSKY

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  2. acho que eles nos auxiliam.. mais que odeiam. Fato que vem mudando, fora as abduções. Resta que o filme é uma ficção exagerada. abraço amigo

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  3. Não acredito que eles nos odeiem. No filme há muita ficção, o texto ficou muito bom parabéns !

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