Reality shows de casamento à primeira vista
Reality shows de casamento à primeira vista
Recentemente anda sendo transmitido uma série de reality
shows sobre casamentos à primeira vista, onde sociólogos, especialistas etc,
escolhem o esposo ou esposa para determinada pessoa, a fim de que se case e
tenha uma vida matrimonial. Alguns casais confirmam esse experimento, mas
outros afastam. O casamento é algo muito bom, mas quando existe sintonia entre
os cônjuges. Nos meus 15 anos de advocacia já acompanhei diversos divórcios, e
sei o que ronda os casamentos das mais diversas pessoas, e está cada vez mais
comum a separação, apesar de que eu sempre seja no sentido de conciliar e
apoiar que casal fique unido. O que Deus una o homem não separe.
Mas as pessoas
nos programas que passam tentam forçar um relacionamento, tendo até o triste
conselho de um pastor, e porque um homem de Deus aconselharia essa brincadeira
com casamento? Isso mostra que além dos relacionamentos estarem líquidos, no
dizer de sociólogo Zygmunt Bauman, ainda as religiões estão ficando líquidas. O
pastor certamente está sendo bem pago para participar dessa brincadeira com os
sentimentos das pessoas e com a instituição sagrada do matrimônio, verdadeiro
sacramento. Dos casais apresentados, um se dizia não ter química. O que uma
pessoa desconhecida pode nos fornecer de relacionamento? Desde quando que uma
socióloga vai dizer quem pode ou não casar? Destes e de outros motivos, que os
programas de TV, e nesse caso de streaming, acabam cada vez mais por
desrespeitar os valores da família, dos sentimentos e mesmo das crenças. Uma
pessoa teve até de se converter a judaísmo, o que para homem significaria circuncisão,
para casar com a moça.
O amor é algo metafísico, que se reflete no físico. Fato
é que se deva procurar uma pessoa de caráter semelhante, e ter muito diálogo.
Casal que não conversa pode partir para a agressão. A espiritualidade também
fala alto, e um casal com mesmo objetivo acaba por prosperar. Também se amar,
ter resiliência etc, favorecem muito.
Agora veio a nova temporada de Casamento às cegas, de modo que se percebe o mesmo padrão de reality, mulheres apaixonadas e homens um tanto loquazes, além de o tema de fama e engajamento, bem como de qualquer possibilidade de ser artista no futuro, envolvem as pessoas, que por último se preocupam em casamento. Se ocorrerem dois um só casal, será a média que sempre ocorreu nesse programa. A versão brasileira também deve voltar, e nos revelar uma série de ilusões afetivas e promessas de egos.
ResponderExcluirNo último brasileiro ainda vimos todos casando, o que impressiona.
ResponderExcluirMas ao observar a versão de Suécia, recém lançada, se percebe que o casamento não é às cegas. A química e a sintonia de hábitos, mesmo questão social, influenciam em muito nas relações, ainda mais em casamento. Saudades tenho da versão de Casamento às cegas japonesa, onde havia ainda mais mistério de participantes e seriedade.
No Csaamento às Cegas Habibi, houve até muita coisa boa, fora a briga entre rapazes. As mulheres progressistas, bem como pais separados de participantes, foram fatos inesperados. No mais a bela tradição permanece, sendo que um bom gosto de vestidos e participantes até modernos, em se tratando de árabes.
ExcluirJá no Casamento às Cegas Argentina, o que mandou foram as roupas bregas, curtas das meninas, o rapaz fortão que quis aparecer nu, o sinal vermelho de uma das meninas já nas cabines, um tanto maldosa, bem como casais sem química, além de homem com unha pintada, além de situações por futebol. Os familiares foram gente boa. Semelhante ao do México, as roupas são exageradas, e as meninas pareciam vulgares no da Argentina, talvez por participantes serem jovens demais.
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